Destination: Vietnam!


Vietname. Que surpresa! Embora eu tenha colocado as minhas expectativas bem elevadas – o que é algo que não deve ser feito -, mesmo assim não fiquei desiludida em nenhuma circunstância. Bem..., a situação do trânsito é bem chata por lá! Ahah!

Falando acerca de trânsito. O meu relógio marcava 5h45min da manhã quando me levantei e despachei rápido para ir até ao pequeno-almoço. – Sou uma daquelas pessoas a qual muda de disposição após a comida. És igual? Com o estômago mais confortável e também mais feliz, foi hora de nos pormos à estrada! A verdade é que o sítio onde íamos não era propriamente ao virar da esquina, mas metidos no meio daquele trânsito, levou-nos cerca de 2h30min de caminho. Todos sentados naquela mini van, a observar as motos que passavam agilmente entre os carros e a ficar cada vez mais frustrados da nossa mini van não mexer nem para a frente, nem para trás. – Curiosidade à parte: sabem que é no Vietname que se encontra o maior registo de veículos? Aparentemente contam com cerca de 18 milhões de motas, crescendo cerca de dois milhões mais a cada dois anos.

Depois de várias tentivas falhadas em tentar dormir uma sestinha, finalmente chegamos ao rio Mekong! O nosso destino. Para os interessados, o rio Mekong é o 12º rio mais comprido do mundo e o 7º mais longo da Ásia inteira. Passa pela província Yunnan na China, Mianmar, Laos, Tailândia, Camboja e Vietname. Peritos afirmam não ser dos rios mais fáceis de navegar, mas é definitivamente um dos rios com mais actividade e uma rica fonte de recursos para as populações envolventes. Devido a estes factos todos, tínhamos de o visitar!!

A nossa visita começou por embarcar num barco comprido e bastante rasteiro que nos levou até à primeira paragem que era onde se fazia o chá artesanal e famoso na zona. A especial adição a este chá é o mel. Que também ele é produzido naquela quinta e tem componentes anti-idade. A senhora que nos preparou a poção mágica, delicadamente, colocou duas colheres daquele tal mel no chá e completou-o com umas sementes de pólen no topo. Por fim, espremeu umas gotas de limão (também ele daquela quinta) e misturou. A bebida era deliciosa! Mas (até) para mim, contudo, um bocadinho carregada no açúcar.

Para os mais corajosos – como eu! Ahah! Não! -, houve a oportunidade de nos aventurarmos e pegar numa piton ( e esperar que ela continuasse apenas a ser amigável – pelo menos esse era o meu pensamento enquanto pegava nela). De caminho para a nossa segunda paragem, fomos passando por casas típicas, localizadas no meio da floresta e ali pudemos observar por instantes como a vida se desenrolava naquela ilha. Onde eu parei para sorrir a uma senhora e ela me devolveu o sorriso. Um sorriso humilde mas honesto.

Depois de embarcarmos numa charrete puxada a um (magro) cavalo, chegámos daquele ponto à terceira paragem! A parte da viagem pela qual eu tanto esperei (e também a mais turística – tenho de admitir). Era a vez de nos pormos nas canoas e ir à descoberta de uma das ramificações daquele famoso rio! Onde, uma vez mais, as minhas expectativas não ficaram à quem.

A vista através do canal era um tanto ou quanto priveligiada, como vocês puderam comprovar pelas fotografias que fiz acima. Connosco, acompanhava-nos uma brisa leve à medida que íamos navegando o rio e as árvores caíam sobre o panorama, quase como se tivessem sido ali postas de propósito. Não vou esconder e não mencionar que não nos foi pedida uma gorjeta, até por outras canoas que só passavam por nós. Mas não era nada que não tivesse à espera. De qualquer das formas, estava preparada para essa possibilidade, por isso a minha experiencia não mudou em nada.

Quando terminamos este “mini cruzeiro” (ahaha), foi num instante em que nos encontrávamos na fábrica onde eles produzem doces de côco e a prová-los também (sabem que adoro testar os produtos primeiro ahah!). E assim que tive o doce colado aos dentes, fui mandada para aqueles tempos de infância onde se comiam caramelos e eles colavam aos dentes! O que não pude deixar de observar, foi a forma como todas as coisas nesta ilha são feitas. O chamado homemade a 100%, uma vez que, eles sim, usam todos os recursos que a terra e a água lhes dão. E isso influência muito a minha experiência nos países que visito. Acho que os torna originais a si mesmos e isso é mágico. Concordam?

Depois de um almoço tipicamente Vietnamita e uma barriga contente com tantos doces de côco, estávamos convencidos do tempo que tínhamos de perder de novo na mini van. Agora a fazer o caminho de retorno. Se recomendo uma visita ao Vietname? Totalmente! Adoro cidades e sítios que conseguem ter um misto do tempo moderno mas ainda guardam características de um tempo mais passado. Na minha opinião, é assim que se mantém a genuídade destes sítios. E eu gosto disso!

Boas viagens! Sara, beijinhos.

//Vietnam. This was such a surprise! Even though I put all my expectations too high for this place - which is something I shouldn't do -, it didn't disappoint me in any circumstance. Well..., the traffic situation is pretty annoying there! Ahah!

Talking about traffic. It was 5.45am when I woke up to get quickly ready and ran downstairs for breakfast! - I'm one of those whom change the mood in the morning considerably after breakfast. Or honestly.., maybe just after any meal! Are you the same? With this done and batteries charged for the long day ahead, we head up strong and fiercely to the traffic. The truth is the place where we were heading wasn't just around the corner and that is why it took us roughly 2.30h. Seating in the mini van, watching all those tinny bikes passing through was frustrating but funny at the same time. - By the way, did you know that Vietnam has one of the highest vehicle densities? Is the world's highest with more than 18 million registered motorbikes. A number that apparently grows by more than two million a year!

After several failed attempts in taking a nap we finally arrived to the Mekong River! That was our destination. For the most curious ones the Mekong River is the 12th longest river in the world and its the 7th longest in entire Asia. It crosses China's Yunnan province, Myanmar, Laos, Thailand, Cambodia and Vietnam! Experts affirm that it's not one of the easiest rivers to navigate but it's definitely full of activities and such a rich source of provisions for the population surrounding it. We had to check it out!

Our tour started by hopping on this low and long boat that took us to the first stop which was the home made tea experience. This special tea is famous for having anti age components on it. The kind lady carefully prepared us each a potion by dropping two tea spoons of homemade honey topped up with honey pollen seeds. Tea was added to the cup and finally some lemon drops squeezed on it! Was delicious! Although, a bit too sweet for me.

The brave ones - like me, ahah! - had the chance to hold on a piton and hope that it was going to remain friendly - at least that was my thought constantly. On our way to the second stop, we crossed some very traditional jungle houses and were able to watch these amazing people working on their fields. And there I stopped to admire one lady and smile at her. A genuine but honest smile that was returned back.

After some horse hopping this time we were ready to the most exciting part of the tour (at least the most touristic - ahah, shame on me, I know) the canal cruising! And again, my expectations weren't taking down.

The privileged view from the canal was just divine as you can confirm by the pictures. There was this smooth nice breeze along the way and the trees were falling over the canal to kind of guide us to the end. I'm not gonna hide that we weren't asked for tip from the other ones that were just passing by canoe but you know what you getting into when you go to touristic places like this. Anyway, I was prepared for it and didn't change a thing on my beautiful experience.

From this activity it was in a minute that we were visiting the homemade coconut candy factory and tasting them! Suddenly, I was thrown back to my child memories when I had caramel candies sticking to my teeth! Probably when you're reading so many times the word homemade you're already getting fed up. But I mean it. These people work on their stuff in a genuine and very artificial way. And coming from big cities that's something blissful for me. Agree?

After a great typical Vietnamese lunch and with a happy tummy of coconut candies, we were convinced to spent such equal time on traffic doing the trip backwards. I totally recommend you to visit Vietnam. I love cities that have a mist of their own characteristics and a deep line of nature on it! For me they have their way of remaining genuine. And I like that!

Save trips! See you on our next affair. Sara, XOXO.


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